Em "Sóis e Girassóis"... além de coisas do cotidiano, trago, para dividir com todos aqueles que possam se interessar pelos meus trabalhos literários e/ou artísticos: poesias, crônicas, frases e pensamentos, matérias de jornais e revistas e fotografias sobre as peças de teatro, danças e ballet teatro, dos quais participei ou participo, como atriz e/ou bailarina, atuando, dirigindo, coreografando ou ensinando. Meu ofício e meus afazeres... Meus Sóis e os meus Girassóis!
domingo, 21 de dezembro de 2014
Julgamento
"Diga-me com quem andas e te direi quem és"...
(Ditado popular, que muitos atribuem à Bíblia, onde realmente aparece uma alusão contextual do pensamento, mas que alguns contestam a origem.)
segunda-feira, 6 de outubro de 2014
Epitáfio Colorido
Escreveu colorido...
Procurou cor em tudo...
Mas às vezes, em preto e branco
Falou de temas meio mancos
...É que a graça, vem às vezes, pálida
E até mesmo o encantamento
Certas vezes tropeça no alinhamento...
Gostava de estética, mas amava a ética...
Não falaria de um tema qualquer...
Pra machucar um homem ou uma mulher
(que não merecesse, claro)
Foi da paz e do amor...
Não lutou por dinheiro
Amou sim, o cruzeiro do céu...
- O do sul...
Do infinito azul...
Em seu humano ser, a finitude...
Da liberdade, a amplitude
Da liberdade, a amplitude
Queria mais era ter paz
Não aquela que jaz
`A esmo num cemitério...
Mas que cheia de mistério,
Morava no quarto do seu peito
Barulhento de palavras e sonhos...
E que sabia repousar
Nas leves asas do mundo
De lábios risonhos...
De lábios risonhos...
Coloridas borboletas e aves
Sobrevoavam seus pensamentos suaves
Quase sem tormentos, nem correção
Repletos de amor e paixão
Por tudo que era vida
E respirava
"Pirava" de pensar e se via a contemplar...
Tudo que era vivo o aprazia...
O silêncio se fazia...
Quando dormia...
Assumia que relaxava
Viajava profundo...
Pra onde as asas da vida o levavam
Viajava pelo passado,
Sonhava com o futuro...
Para ele...
Para ele...
O presente era o maior presente de Deus...
Não entendia os ateus...
Apesar de respeitá-los,
Assim como o Criador o faz e fez...
E os céus em arco-íris se abriam...
Amarelo, azul, verde, vermelho, lilás...
A multi colorida natureza...
Que de tão viva...
Vivia "o viva a natureza"!!!
A realeza das árvores em seus tronos...
Que de pés descalços, enraizavam a Mãe Terra...
Fecundavam nela, o oxigênio...
(Gênio mesmo quem a Criou)...
Entregava-se a pensar...
Cismava olhando as cadeias de montanhas...
Pareciam-lhe feitas em série...
Achava aquilo "fora de série"
Pensava que foram desenhadas numa prancheta...
Não precisava de drogas, era "careta"...
Contemplava a terra, seu lar...
A soltar do corpo possibilitava...
Numa viagem absoluta pelo paraíso
Não era coisa de Narciso
Não era coisa de Narciso
O amor maior o habilitava...
Feito de carne e osso...
Cultuava seu corpo, mente e alma...
Viver o excitava e acalmava-lhe a aura...
Nem excesso de coragem, nem paúra
Nem excesso de coragem, nem paúra
Pois o sangue que nele pulsava...
Expulsava quaisquer dores...
As calmarias e os ardores...
Tudo borbulhava em suas veias...
As teias tecidas em seus armários...
Cheios de tecidos bonitos
(alguns hilários)...
(alguns hilários)...
Roupas para o corpo, adornos para os olhos...
TUDO, absolutamente tudo...
O fazia contemplar o infinito mundo...
Do mais simples ao mais complexo...
Do beijo leve ao apertado amplexo...
Secos e molhados...
Do bege ao dourado...
Que perfeição...
Tudo era-lhe são...
Do caderno, a lição
(Da vida)...
Do caderno, a lição
(Da vida)...
Até mesmo a doença da alma...
Que diante de tanta beleza,
Se rendia à realeza...
Se deixava curar...
Sofrer não merece...
Quem tem "olhos", mesmo que cegos...
Para viver o mais sublime amor...
Amor de Deus...
Que nessa entrega viva...
Nos deixou Seu legado...
Sem a força de um delegado...
Fez suas fortes e suaves leis...
E ao amarmos uns aos outros...
Homens simples e doutos...
Cumprimos a sentença máxima...
"Viver de amor"...
Sem a impossível rima da dor...
Sem a impossível rima da dor...
Pois amar e deixar-se amar...
Não podia implicar em sofrer por isso...
Tentava viver sem resquício....
De contas a acertar...
Era "só acertar o passo"...
Dar um simples abraço...
Permitir alegria e não tristeza....
Seguia em frente, sem se importar com o que viria...
Tentava não discutir, apenas conversar...
Mesmo quando o assunto a versar...
Não era do seu agrado...
Nada importava...
Nada importava...
Tudo era prado...
E caminhava pelas colinas...
Acreditando que seríamos todos
Acreditando que seríamos todos
Cúmplices da mesma sina...
De viver sem lamentos...
Entregues entre prantos de alegria
E risos de magia...
Numa contínua ode à vida...
Falar do nada...
Sem nem mesmo interpretar
Brincava com os sons e o ar...
Entoava as músicas dos pássaros...
As risadas dos macacos...
Do elementar e do exótico...
Da pureza ao erótico...
Peças da mesma simples...
Multi complexa natureza...
Miosotes azuis, rosas vermelhas...
Olhos, bocas, sobrancelhas...
Na cara da vida...
No rosto puro da criação de Deus...
Cachorrinhos, gatinhos e bebês
Vaquinhas, cavalinhos...
Contemplava tudo que Deus fez...
A enriquecer a cenografia desse mundo...
No palco da vida
A alegria mais atrevida....
A coragem de gozar profundo...
A beleza do mundo...
Com seus tons pastéis e quentes...
Corações, almas e mentes...
A serviço da humanidade...
Vivia para si mesmo e para o outro...
Entre sãos e loucos
Entre sãos e loucos
Com bravura e caridade...
Queria deixar um universo digno...
Queria deixar um universo digno...
Como essa casa limpa,
Que aqui encontrou...
(E se encantou!)
Que aqui encontrou...
(E se encantou!)
Desejava ler sua história num céu...
Que começou, por certo, aqui...
Seu nome em algum livro do paraíso...
Seu nome em algum livro do paraíso...
Escrito de sangue:
"Esse amou, viveu, chorou e venceu...
"Esse amou, viveu, chorou e venceu...
Plantou verde, colheu plantinhas...
Recolheu animaizinhos...
Respeitou idosos, adultos e crianças...
Numa vida turbulenta e mansa
Numa vida turbulenta e mansa
Amou, sem medida....
Foi condecorado com o quadro da vida....
O mesmo quadro que ele olhara a contemplar, noite e dia...
Quando "curtia" e trabalhava,
Aproveitava pela terra, sua estadia
Ou tão somente por ali passava...
Aproveitava pela terra, sua estadia
Ou tão somente por ali passava...
"Seu quadro" era uma foto que tirou com a própria retina,
Com aquela simplicidade fina...
Pois sabia...
Com aquela simplicidade fina...
Pois sabia...
Que seus olhos alcançavam da vida, o interior
O mais profundo e verdadeiro amor
Ali, a câmera jamais alcançaria...
O mais profundo e verdadeiro amor
Ali, a câmera jamais alcançaria...
Guardou "sua" natureza em seu coração.
E a distribuiu, com amor e paixão...
A todos os que passaram pela sua vidinha...
Vidinha "besta", sem muito dinheiro, nem muito "glamour",
Mas repleta de amor,
Mas repleta de amor,
De alegria e encantamento...
Gratidão por ter tanto e tão pouco a pedir...
Aliás, muito também a refletir,
Já que sabia que a graça dos olhos,
Como na grama, o orvalho
Apesar de ser dada a muitos...
Já que sabia que a graça dos olhos,
Como na grama, o orvalho
Apesar de ser dada a muitos...
Pouca gente a descobre...
Já que de "outros" interesses, se cobre
Já que de "outros" interesses, se cobre
Passa a vida vendo o que não merece ser visto
Esquece-se da viagem, o visto
E deixa pra trás, o que realmente importa...
Esquece-se da viagem, o visto
E deixa pra trás, o que realmente importa...
Não a vida torta...
Mas a" torta" de padaria que se faz
Com os ingredientes simples, mas que apraz
Mas a" torta" de padaria que se faz
Com os ingredientes simples, mas que apraz
(Percebeu que muitos tinham pouco e poucos tinham muito)...
Em todas as áreas da vida...
Até quem tinha amor tinha muito amor pra dar...
E quem não tinha amor, não tinha nada a falar...
Pois não conhecia a pureza do sentimento...
Pois não conhecia a pureza do sentimento...
Apesar de ter sido a ele apresentado...
Não amou, nem foi amado...
Pois seus olhos contemplavam o vil metal...
Aquele mesmo que viu os presentes na vitrine,
Não o Menino do Natal...
Por isso escolheu viver o verdadeiro amor
De Deus e de todos os anjos Seus...
Deixou seu epitáfio colorido
Buscou da vida, o mais sublime
A pureza dos sentidos que se prime
De flores, borboletas e beija flores
Da aquarela, todas as cores
Conhecidos, amigos e familiares
Apertos de mão, abraços...
Lágrimas nos olhares
...Um simples mortal
Não foi "o tal"...
Virou estrelinha
Nas entrelinhas dos céus
Ao lado dos anjos ou dos réus
Sobre a Bíblia, suas mãos
Sob o sol e a lua
Tentou seguir na mão destra da rua
Até chegar ao paraíso
...A finitude chegou, finalmente...
A vida na terra, que parecia imortal
Acabou, literalmente.
Não o Menino do Natal...
Por isso escolheu viver o verdadeiro amor
De Deus e de todos os anjos Seus...
Deixou seu epitáfio colorido
Buscou da vida, o mais sublime
A pureza dos sentidos que se prime
De flores, borboletas e beija flores
Da aquarela, todas as cores
Conhecidos, amigos e familiares
Apertos de mão, abraços...
Lágrimas nos olhares
...Um simples mortal
Não foi "o tal"...
Virou estrelinha
Nas entrelinhas dos céus
Ao lado dos anjos ou dos réus
Sobre a Bíblia, suas mãos
Sob o sol e a lua
Tentou seguir na mão destra da rua
Até chegar ao paraíso
...A finitude chegou, finalmente...
A vida na terra, que parecia imortal
Acabou, literalmente.
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
O Grande Homem
"Um homão" para a mulher, independente do seu aspecto físico, é aquele homem que a faz sentir-se sempre "um mulherão".
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
Flash e Flashback III - CAPA (O Corcunda de Notre Dame)
Festival de Teatro
da UVA - Flash & Flashback -
Em Flash e Flashback selecionei 13 filmes que marcaram o mundo cinematográfico e fiz coordenadamente 13 cenas mais marcantes de cada um deles. As cenas aconteciam simultaneamente, de frente para trás e depois, os atores faziam as cenas de trás para frente, o flashback da mesma cena, take por take. Todos os atores de todos os "filmes" faziam suas cenas em 1 minuto, ficavam 1 minuto congelados e faziam o flashback também em 1 minuto. Atuei também como atriz/bailarina em "Cabaré", interpretando Sally Bowles, vivida por Liza Minnelli, no cinema.
CAPA: O Corcunda de Notre Dame, no segundo minuto, em cena congelada, no foyer do teatro.
Em Flash e Flashback selecionei 13 filmes que marcaram o mundo cinematográfico e fiz coordenadamente 13 cenas mais marcantes de cada um deles. As cenas aconteciam simultaneamente, de frente para trás e depois, os atores faziam as cenas de trás para frente, o flashback da mesma cena, take por take. Todos os atores de todos os "filmes" faziam suas cenas em 1 minuto, ficavam 1 minuto congelados e faziam o flashback também em 1 minuto. Atuei também como atriz/bailarina em "Cabaré", interpretando Sally Bowles, vivida por Liza Minnelli, no cinema.
CAPA: O Corcunda de Notre Dame, no segundo minuto, em cena congelada, no foyer do teatro.
quinta-feira, 24 de julho de 2014
Flash & Flashback II - Página Inteira
Festival de Teatro
da UVA - Criação, Direção, Coreografia e Coordenação de cenas de 13 filmes que
marcaram as artes cênicas no mundo; Atuação também como atriz/bailarina
em "Cabaré", interpretando Sally Bowles, vivida por Liza Minnelli, no cinema.
quarta-feira, 23 de julho de 2014
Flash & Flashback
Festival de Teatro
da UVA - Criação, Direção, Coreografia e Coordenação de cenas de 13 filmes que
marcaram as artes cênicas no mundo; Atuação também como atriz/bailarina
em "Cabaré", interpretando Sally Bowles, vivida por Liza Minnelli.
sábado, 12 de julho de 2014
"A Invasão no Reino Vegetal"
Em Cena: "A Invasão no Reino Vegetal" Autora: Beth Haas
Direção: Luiz Carlos Moreira Personagem: Alface
Teatros: Teatro Marília - BH, Escolas Municipais de BH e Teatro Galeria - RJ
A Invasão no Reino Vegetal é uma peça infantil, escrita por Beth Haas e montada pelo Grupo Real Fantasia.
Em a Invasão no Reino Vegetal, a Alface, o Tomate e a Cenoura "invadem" o supermercado e mostram a importâbcia de uma vida mais saudável para a mesa e a vida das pessoas, principalmente para as crianças.
É uma peça de cunho educativo, em que os vegetais ganham vida, corpo e voz, através dos atores e dialogam com a plateia sobre as virtudes dos alimentos naturais para a saúde.
É um espetáculo bonito, de extremo bom gosto, que mostra que teatro infantil não precisa ser nem chato, nem fútil.
A Invasão no Reino Vegetal mosta, através do lúdico, com muita alegria e cor, a importância da opção de uma vida mais saudável.
sexta-feira, 4 de julho de 2014
Bailei na Curva
Em Cena: "Bailei na Curva" Autor: Júlio Cézar Conte e Outros.
Direção: Luiz Carlos Moreira Teatro: DCE da Federal - BH
Minhas personagens: Ruth (criança, adolescente e adulta); empregada doméstica; revolucionária; dançarina...
Observação: Para interpretar as várias personagens, eu e cada ator ou atriz, dessa peça, fazíamos a troca de figurino em aproximadamente 30 segundos, para que pudéssemos passar pela fase de infância, adolescência e adulta da personagem e ainda interpretar outros papéis menores, na trama.
Direção: Luiz Carlos Moreira Teatro: DCE da Federal - BH
Minhas personagens: Ruth (criança, adolescente e adulta); empregada doméstica; revolucionária; dançarina...
Observação: Para interpretar as várias personagens, eu e cada ator ou atriz, dessa peça, fazíamos a troca de figurino em aproximadamente 30 segundos, para que pudéssemos passar pela fase de infância, adolescência e adulta da personagem e ainda interpretar outros papéis menores, na trama.
Sinopse da peça: Bailei na Curva é uma peça teatral que retrata um Brasil, visto sob a ótica da ditadura.
A peça foi escrita por amigos gaúchos, no final da ditadura militar brasileira, em Porto Alegre e percorre três décadas. Suas personagens passam por três fases: infância, adolescência e fase adulta... "Bailei na Curva" é uma expressão que significa "perder o rumo ou ficar de fora" ou simplesmente "dancei"! A peça versa sobre os problemas do Brasil, sua política, hábitos e maneirismos de sua gente, num tempo historicamente denominado "Época de Chumbo".
Bailei na Curva mostra a trajetória de sete crianças, vizinhas na mesma rua, que começam sua história em abril de 1964. Como pano de fundo, impõe-se uma forte realidade: um golpe militar num país democrático da América Latina.
A peça desenha, ao mesmo tempo, um quadro divertido e implacável da realidade. Divertido sob o ponto de vista da pureza e ingenuidade das personagens que, durante sua trajetória, enfrentam as transformações do final da infância, adolescência e juventude. Implacável graças às consequências de um Golpe Militar que vão refletir na vida adulta destas personagens.
Durante o desenvolvimento da história, vai-se desenhando um painel dos usos, costumes e pensamentos da sociedade brasileira na segunda metade do século XX.
A peça foi escrita por amigos gaúchos, no final da ditadura militar brasileira, em Porto Alegre e percorre três décadas. Suas personagens passam por três fases: infância, adolescência e fase adulta... "Bailei na Curva" é uma expressão que significa "perder o rumo ou ficar de fora" ou simplesmente "dancei"! A peça versa sobre os problemas do Brasil, sua política, hábitos e maneirismos de sua gente, num tempo historicamente denominado "Época de Chumbo".
Bailei na Curva mostra a trajetória de sete crianças, vizinhas na mesma rua, que começam sua história em abril de 1964. Como pano de fundo, impõe-se uma forte realidade: um golpe militar num país democrático da América Latina.
A peça desenha, ao mesmo tempo, um quadro divertido e implacável da realidade. Divertido sob o ponto de vista da pureza e ingenuidade das personagens que, durante sua trajetória, enfrentam as transformações do final da infância, adolescência e juventude. Implacável graças às consequências de um Golpe Militar que vão refletir na vida adulta destas personagens.
Durante o desenvolvimento da história, vai-se desenhando um painel dos usos, costumes e pensamentos da sociedade brasileira na segunda metade do século XX.
terça-feira, 24 de junho de 2014
Poesia da Simplicidade
Simplesmente viver...
Tudo muito fácil...
Coisas muito simples...
Visual e tátil
Viver apenas o dia a dia...
Vida que não se adia...
Pela vida
(afora)
Paixão arredia...
Nunca impedida
Não conhece limite...
Não faz igual, não imite...
Faz hora...
Tempo amanhã ou agora...
Vivendo aqui dentro ou lá fora...
História que se escreve junto...
Universos num só mundo
Juntos, juntam-se trapos...
Escova de dentes e pratos...
Plantar e colher
Fazer e ajudar a fazer...
Simplicidade...
Contemplação...
Ação e calmaria...
Construção...
Saber dividir para somar...
Distribuir para multiplicar...
Sonhos e realidade...
Coisas importantes e banalidade...
Cotidiano
Tudo muito fácil...
Coisas muito simples...
Visual e tátil
Viver apenas o dia a dia...
Vida que não se adia...
Pela vida
(afora)
Paixão arredia...
Nunca impedida
Não conhece limite...
Não faz igual, não imite...
Faz hora...
Tempo amanhã ou agora...
Vivendo aqui dentro ou lá fora...
História que se escreve junto...
Universos num só mundo
Juntos, juntam-se trapos...
Escova de dentes e pratos...
Plantar e colher
Fazer e ajudar a fazer...
Simplicidade...
Contemplação...
Ação e calmaria...
Construção...
Saber dividir para somar...
Distribuir para multiplicar...
Sonhos e realidade...
Coisas importantes e banalidade...
Cotidiano
Alimento que Deus dá...
Todo dia...
Como passarinho
Vivendo aqui e lá...
Construindo ninho
Árvores e matas
Todo dia...
Como passarinho
Vivendo aqui e lá...
Construindo ninho
Árvores e matas
Infinito sem data
Frutas em amadurecimento...
Tijolos e cimento...
Edificação do amor...
Simplicidade...
Simplesmente...
Gestos, simples mentes...
Escadaria...
Degrau de cima...
Rosário em punho...
Ave - Maria.
Frutas em amadurecimento...
Tijolos e cimento...
Edificação do amor...
Simplicidade...
Simplesmente...
Gestos, simples mentes...
Escadaria...
Degrau de cima...
Rosário em punho...
Ave - Maria.
sábado, 7 de junho de 2014
quinta-feira, 5 de junho de 2014
"Saudade"
domingo, 25 de maio de 2014
Palcos da Vida
Dias e noites...
Encontro coletivo ou solitário
Amor carnal ou literário...
Explodindo em paixão e poesia
Com fé e heresia
As glórias e o revés...
Viver os sentidos ao invés
De só tê-los
Quando mando e quando peço
Duas faces da mesma moeda
Sinopse da prática do verso
Envolve e me enreda
Encontro coletivo ou solitário
Amor carnal ou literário...
Explodindo em paixão e poesia
Com fé e heresia
As glórias e o revés...
Viver os sentidos ao invés
De só tê-los
Quando mando e quando peço
Duas faces da mesma moeda
Sinopse da prática do verso
Envolve e me enreda
Nesse cara ou coroa
Super ocupada ou à toa
Sempre feliz, "de boa"!
Refaço-me nesse acordo diário
De felicidade eterna
Um desejo quase missionário
Às vezes dura, às vezes, terna
Viver e repassar alegria
Da dor à felicidade
Uma gratidão que anestesia
Repleto de possibilidade
Realizações tão imensas,
Quanto trabalhosas
Na construção da prosa
Meu pranto de alegria e tristeza
Se refaz ali, na mesa
Onde embaralho
As cartas vividas
Na mesa verde, no orvalho
Jogo o jogo
Em campo nu
De toda personagem despida
Encaro os palcos da vida
Super ocupada ou à toa
Sempre feliz, "de boa"!
Refaço-me nesse acordo diário
De felicidade eterna
Um desejo quase missionário
Às vezes dura, às vezes, terna
Viver e repassar alegria
Da dor à felicidade
Uma gratidão que anestesia
Repleto de possibilidade
Realizações tão imensas,
Quanto trabalhosas
Na construção da prosa
Meu pranto de alegria e tristeza
Se refaz ali, na mesa
Onde embaralho
As cartas vividas
Na mesa verde, no orvalho
Jogo o jogo
Em campo nu
De toda personagem despida
Encaro os palcos da vida
sexta-feira, 23 de maio de 2014
Mãe D'Água - de Raimundo Alberto - Direção: Fernando Penido Personagem: Uiara (Mãe D'Água)
Em Cena: Mãe D'Água
Autor: Raimundo Alberto
Direção: Fernando Penido
Personagem: Uiara (Mãe D'Água)
Sinopse:
Em Mãe d'Aágua, vivida por Rosângela Castanheira, vê-se o encantamento da rainha das águas sobres os homens simples da terra, do rio... A Mãe d'Água, com o seu cantar atrai os pescadores para si, conquista-os, com seu jeito e sensualidade, os envolve e os leva para as profundezas das águas. Nessa peça, em especial, um pescador, homem simples da terra, que vive numa comunidade ribeirinha, se deixa encantar primeiro, pela voz, pelo cantar suave da Uiara, a Mãe d'Água, com o seu chamado delicado e profundo. Depois, ele se deixa levar, literalmente, pelos caprichos dela, de mulher-sereia, com seus outros sedutores encantos... O canto da sereia! Mundinho, o pescador, vivido por Gerson Gonçalves, apaixona-se completamente pela rainha das águas e a acompanha... Indo para as profundezas do rio, completa e plenamente encantado. Tudo isso acontece num cenário de encantos e magia... Num lugar simples, porém mágico, onde vários outros elementos da terra se manifestam, como os "Caruanos", que tornam mágico e envolvente todo aquele ambiente, que transcende a energia dos encantamentos, dos ventos, dos sons, dos elementos incontestáveis da natureza... E a música, com os instrumentos tocados ao vivo, num som afro-brasileiro, dão um tom de intimidade com a plateia, fazendo arrepiar, como se todos fossem convidados a fazer parte daquele ritual de magia e sedução. A plateia sente-se convidada a ir também nessa viagem... mundo a fora, rio abaixo, em seu mistério, para o silencioso e profundo calar das águas.
Autor: Raimundo Alberto
Direção: Fernando Penido
Personagem: Uiara (Mãe D'Água)
Sinopse:
Em Mãe d'Aágua, vivida por Rosângela Castanheira, vê-se o encantamento da rainha das águas sobres os homens simples da terra, do rio... A Mãe d'Água, com o seu cantar atrai os pescadores para si, conquista-os, com seu jeito e sensualidade, os envolve e os leva para as profundezas das águas. Nessa peça, em especial, um pescador, homem simples da terra, que vive numa comunidade ribeirinha, se deixa encantar primeiro, pela voz, pelo cantar suave da Uiara, a Mãe d'Água, com o seu chamado delicado e profundo. Depois, ele se deixa levar, literalmente, pelos caprichos dela, de mulher-sereia, com seus outros sedutores encantos... O canto da sereia! Mundinho, o pescador, vivido por Gerson Gonçalves, apaixona-se completamente pela rainha das águas e a acompanha... Indo para as profundezas do rio, completa e plenamente encantado. Tudo isso acontece num cenário de encantos e magia... Num lugar simples, porém mágico, onde vários outros elementos da terra se manifestam, como os "Caruanos", que tornam mágico e envolvente todo aquele ambiente, que transcende a energia dos encantamentos, dos ventos, dos sons, dos elementos incontestáveis da natureza... E a música, com os instrumentos tocados ao vivo, num som afro-brasileiro, dão um tom de intimidade com a plateia, fazendo arrepiar, como se todos fossem convidados a fazer parte daquele ritual de magia e sedução. A plateia sente-se convidada a ir também nessa viagem... mundo a fora, rio abaixo, em seu mistério, para o silencioso e profundo calar das águas.
quarta-feira, 21 de maio de 2014
segunda-feira, 19 de maio de 2014
sábado, 17 de maio de 2014
Turma de Dança da UVA
Em estúdio. Turma de dança (Jazz, Contemporâneo, Sapateado Americano e Brasileiro), na UVA - Universidade Veiga de Almeida.
quarta-feira, 14 de maio de 2014
Segunda Pele
Nos meus...
Meus olhos...
Nos teus...
Troca de confidências
Meus olhos...
Nos teus...
Troca de confidências
Inconfidências
Em qualquer tempo
Toda hora
Aqui dentro...
E lá fora
Há quem diga
Isso não existe
Dá fadiga
Mas nossa fé insiste
Em confirmar
Na terra, no mar
À noite, de tarde
Amanhecer a madrugada
Casa, quintal, estrada
Um no outro...
Seu próprio horto
Segunda pele
Pele na pele
Pele na pele
Verdadeiro porto
No toque que sele.
No toque que sele.
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